Você me pergunta ( as 3:45 da madruga):
__ Qual tua lei? o que te rege?
"Sem a nada e ninguém prejudicar, faça o que desejar"
E o amor? como você o vê?
Livre, se o amor não pode ser livre- Não deve ser nada.
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
domingo, 13 de dezembro de 2009
Manifesto da gorda furiosa
A Gorda está cansada de que lhe ofereçam apenas horríveis roupas de gorda.
A Gorda está ávida por vestimentas elegantes e encantadoras.
A Gorda Declara ter horror às batas gigantes, às calças de crepe, vestidos balão, tecidos elásticos com bordados de canutilhos e demais lonas de circo.Sim, a Gorda está indignada e sua gorda voz há de reverberar ensurdecedoramente (pois lembrem-se meus caros, qual a silhueta das cantoras de ópera).
A Gorda protesta contra as roupas graciosas, porém inexistentes em tamanhos superiores ao 42. Como se ela, uma vez que inflada feito uma bóia, fosse obrigada a flutuar à margem da moda.
A Gorda se enraivece por caber, com esforço, em tamahos menores que o seu apenas para acabar parecendo-se com um panetone, uma pêra, uma abóbora ou qualquer outro petisco muito saboroso mas de estética duvidosa.
A Gorda execra e rejeita crepes e jeans com excesso de lycra. A gorda exige veludo cotelê, cetins, sarjas e tafetás. A Gorda exige lindos vestidinhos (ou que pelo menos não sejam vestidões) de chita, e saias que não lhe toquem os dedos dos pés. Mas não exige barriga de fora, por que a Gorda é honrada e possui senso de ridículo.
Por Fim! A Gorda se recusa a comprar em horripilantes galpões de tamanhos grandes. E se suas exigências forem ignoradas, a Gorda avisa que seu refém, este quindim, jamais há de voltar a ver a luz do dia.A Gorda conclui, especificando que todo o material listado deve ser entregue em mãos em, no máximo, uma semana.Caso contrário o refém se estraga .
A Gorda está ávida por vestimentas elegantes e encantadoras.
A Gorda Declara ter horror às batas gigantes, às calças de crepe, vestidos balão, tecidos elásticos com bordados de canutilhos e demais lonas de circo.Sim, a Gorda está indignada e sua gorda voz há de reverberar ensurdecedoramente (pois lembrem-se meus caros, qual a silhueta das cantoras de ópera).
A Gorda protesta contra as roupas graciosas, porém inexistentes em tamanhos superiores ao 42. Como se ela, uma vez que inflada feito uma bóia, fosse obrigada a flutuar à margem da moda.
A Gorda se enraivece por caber, com esforço, em tamahos menores que o seu apenas para acabar parecendo-se com um panetone, uma pêra, uma abóbora ou qualquer outro petisco muito saboroso mas de estética duvidosa.
A Gorda execra e rejeita crepes e jeans com excesso de lycra. A gorda exige veludo cotelê, cetins, sarjas e tafetás. A Gorda exige lindos vestidinhos (ou que pelo menos não sejam vestidões) de chita, e saias que não lhe toquem os dedos dos pés. Mas não exige barriga de fora, por que a Gorda é honrada e possui senso de ridículo.
Por Fim! A Gorda se recusa a comprar em horripilantes galpões de tamanhos grandes. E se suas exigências forem ignoradas, a Gorda avisa que seu refém, este quindim, jamais há de voltar a ver a luz do dia.A Gorda conclui, especificando que todo o material listado deve ser entregue em mãos em, no máximo, uma semana.Caso contrário o refém se estraga .
PS: A gorda pergunta a seus amigos estilistas, suas lindas roupas tem tamanho 54?
Conselhos....
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
Definições
Eu nunca fui uma moça bem-comportada.
Pudera, nunca tive vocação pra alegria tímida,pra paixão sem orgasmos múltiplos ou pro amor mal resolvido sem soluços.
Eu quero da vida o que ela tem de cru e de belo.Não estou aqui pra que gostem de mim.Estou aqui pra aprender a gostar de cada detalhe que tenho.E pra seduzir somente o que me acrescenta.
Adoro a poesia e gosto de descascá-la até a fratura exposta da palavra.
A palavra é meu inferno e minha paz.
Sou dramática, intensa, transitória e tenho uma alegria em mim que me deixa exausta.
Eu sei sorrir com os olhos e gargalhar com o corpo todo.
Sei chorar toda encolhida abraçando as pernas.
Por isso, não me venha com meios-termos,com mais ou menos ou qualquer coisa.Venha a mim com corpo, alma, vísceras, tripas e falta de ar...
Eu acredito é em suspiros,mãos massageando o peito ofegante de saudades intermináveis,em alegrias explosivas, em olhares faiscantes,em sorrisos com os olhos, em abraços que trazem pra vida da gente.
Acredito em coisas sinceramente compartilhadas.
Em gente que fala tocando no outro, de alguma forma,no toque mesmo, na voz, ou no conteúdo.
Eu acredito em profundidades.
E tenho medo de altura, mas não evito meus abismos.
São eles que me dão a dimensão do que sou."
Pudera, nunca tive vocação pra alegria tímida,pra paixão sem orgasmos múltiplos ou pro amor mal resolvido sem soluços.
Eu quero da vida o que ela tem de cru e de belo.Não estou aqui pra que gostem de mim.Estou aqui pra aprender a gostar de cada detalhe que tenho.E pra seduzir somente o que me acrescenta.
Adoro a poesia e gosto de descascá-la até a fratura exposta da palavra.
A palavra é meu inferno e minha paz.
Sou dramática, intensa, transitória e tenho uma alegria em mim que me deixa exausta.
Eu sei sorrir com os olhos e gargalhar com o corpo todo.
Sei chorar toda encolhida abraçando as pernas.
Por isso, não me venha com meios-termos,com mais ou menos ou qualquer coisa.Venha a mim com corpo, alma, vísceras, tripas e falta de ar...
Eu acredito é em suspiros,mãos massageando o peito ofegante de saudades intermináveis,em alegrias explosivas, em olhares faiscantes,em sorrisos com os olhos, em abraços que trazem pra vida da gente.
Acredito em coisas sinceramente compartilhadas.
Em gente que fala tocando no outro, de alguma forma,no toque mesmo, na voz, ou no conteúdo.
Eu acredito em profundidades.
E tenho medo de altura, mas não evito meus abismos.
São eles que me dão a dimensão do que sou."
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